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sábado, 9 de janeiro de 2016

INFORMAÇÃO - (CONTA DE LUZ MAIS CARA) - COM NOVO REAJUSTE DE 16%, LUZ NO RIO SOBE 56% NO ANO

Prezados moradores,

Importante informar a TODOS que a conta de luz do espaço comum está mais cara e que estamos na fase da 2º aferição por parte da empresa, na 1º aferição não foi detectado nenhuma irregularidade no relógio, porém, mesmo assim, pedimos a segunda.
Conforme contrato de negociação referente a dívida junto a LIGHT ficou combinado que podemos discordar dos valores até a 4º bancada, pedido de (02 duas) Aferições, 01 (um) pedido de um relógio comparativo, a troca do relógio e o envio deste relógio para o INMETRO.  
Estamos na segunda fase (Segunda Aferição) mas, devemos atentar para a Aferição que está sendo feito a pedido do condomínio a Empresa especializada nas instalações subterrâneas, que é por onde passa todos os fios de energia do condomínio.
Cabe ressaltar que, a troca de todas as lâmpadas do condomínio por iluminação LED, contribui para a redução do valor da conta de luz, no entanto, o aumento na taxa da conta de luz está sendo absurda, não somente para o espaço comum do condomínio como para TODOS em geral. 

COM NOVO REAJUSTE DE 16%, LUZ NO RIO SOBE 56% NO ANO
Em 2016 tarifa pode ter alta de até 15%. Aumento da Light vale a partir deste sábado, Fonte: O Globo.

BRASÍLIA - A tarifa de energia no Rio já acumula alta de 56%, considerando o reajuste extraordinário concedido em março (22,48% em média) e o impacto das bandeiras tarifárias, mais o reajuste de 15,99% anunciada nesta quinta-feira pela Light — este já terá impacto direto de 0,07 ponto percentual no IPCA de novembro, em razão do avanço do peso da energia elétrica na composição do índice nos últimos meses, na estimativa de Étore Sanchez, economista da consultoria LCA.

— O aumento do peso da energia elétrica no IPCA significa que ela tem avançado muito mais do que os outros preços, sendo essa a principal alta entre os preços administrados — analisa.

Para o ano que vem, a previsão é de novo aumento, numa banda entre 10% e 15%, projeta Ricardo Savoia, diretor de Regulação e Gestão em Energia da Thymos:

— Em 2016, haverá alta entre 10% e 15% novamente. Ainda há o impacto do dólar e da própria inflação, e o custo dos empréstimos contraídos nos últimos dois anos para aliviar a situação de caixa das empresas de energia.

Para Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel), do Instituto de Economia da UFRJ, o aumento é ruim em um momento em que o poder aquisitivo da população está em queda com o avanço da inflação, que pode fechar o ano perto de 10%. Com isso, diz ele, a inadimplência tende a subir, ainda mais com a chegada do verão, que promete ser um dos mais quentes da história, segundo previsões.

— Por isso, é importante economizar energia, comprando equipamentos mais eficientes e evitando o uso de itens como ar-condicionado a noite inteira. E para 2016 a energia só não vai subir no mesmo patamar se voltar a chover com força e se o dólar não subir - destacou Castro.

Com base nas previsões que apontam maior volume de chuvas, analistas esperam que a bandeira tarifária — sistema que entrou em vigor em janeiro e que repassa ao consumidor o custo maior da energia com o nível baixo dos reservatórios — passe para a cor verde, em que não há cobrança adicional, em maio do próximo ano. Desde que o sistema entrou em vigor, em janeiro, o consumidor arca com o custo da bandeira vermelha, mais cara.


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste de 15,99% para os consumidores residenciais da Light a partir deste sábado. O aumento médio para os 3,7 milhões de clientes da distribuidora, incluindo categorias como indústria e comércio, será de 16,78%. O consumidor, porém, já sente os efeitos da conta de luz mais cara.

Como o aumento da distribuidora ocorre apenas em novembro, o reajuste da Light incorporou uma pressão maior da alta do dólar ao longo do ano. Da energia adquirida pela concessionária 21% provêm da usina térmica Norte Fluminense. O preço do gás usado nesta unidade varia com base na cotação da moeda americana. Outros 17% da energia distribuída pela Light vêm da hidrelétrica de Itaipu, que, por ser binacional, também tem seu preço cotado em dólar. Além do câmbio, diz a Light, o aumento decorre da inflação nos últimos 12 meses, da falta de chuvas (que eleva o consumo de térmicas, usinas com custo maior comparado ao das hidrelétricas) e de encargos setoriais.

— O realinhamento das tarifas não é um privilégio da Light. Tem ocorrido com todas as distribuidoras. Há um repasse das despesas com despacho das térmicas. No nosso caso particular, tivemos impacto grande na variação do câmbio na compra de energia de Itaipu e da usina térmica Norte Fluminense — afirmou Paulo Roberto Pinto, presidente da Light, após a reunião da Aneel que definiu os reajustes.

Segundo a Light, que atua em 31 municípios do Rio, o reajuste autorizado para as tarifas de alta tensão (indústria) foi de 15,94%, enquanto o reajuste para os consumidores de baixa tensão (comércio) ficou em 17,28%. A diretoria da agência rejeitou requerimento da Light para que fossem incorporados ao reajuste custos futuros para a aquisição de gás da Norte Fluminense. Se aceito, o pedido poderia elevar em 0,4% a tarifa média da empresa.

De acordo com o executivo da concessionária, a empresa vai incorporar em seu caixa um reajuste de 1,9%, já que o restante será para cobrir os custos. Ele conta que as empresas precisam contar com um capital de giro maior para sobreviver no mercado, mas prevê uma melhora de cenário no próximo ano. O faturamento anual da Light está na ordem de R$ 7,5 bilhões.
— A expectativa é que 2016 seja um ano melhor, com um período úmido (de chuvas) mais satisfatório. O aumento agora cobriu, dentro da expectativa mínima, o reembolso de custos nesse período - disse o executivo.

INADIMPLÊNCIA
Segundo a Light, o aumento da tarifa ajuda a elevar a taxa de inadimplência da empresa, embora não seja o único fator a pressioná-la, diante da situação econômica atual.

Att,
Administração.

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